sábado, 23 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Protesto em São Paulo

'Pendurar bicicletas é interessante', diz representante da PrefeituraPara chefe de gabinete da Secretaria de Verde e Meio Ambiente, protesto merece elogios. Ciclistas penduraram bicicleta em poste para reclamar de mortes no trânsito.
A bicicleta pendurada em um poste na Avenida Luiz Carlos Berrini em protesto contra o alto número de ciclistas mortos no trânsito de São Paulo foi bem vista pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. Para o chefe de gabinete da pasta, Hélio Neves, a iniciativa é uma boa maneira de se chamar atenção para o problema do trânsito na capital.
"Pendurar bicicletas é interessante, chama bem a atenção e desperta as pessoas para um problema que afeta também o pedestre e quem anda motorizado", afirma o chefe de gabinete. "Temos essa percepção de que o transporte individual em carros só agrava o problema. A frota aumenta exponencialmente, o trânsito vai piorar e não adianta abrir mais vias, mais ruas. Não é assim que se resolve o problema. A bicicleta pode vir a ter um papel bastante importante", defende.
Os ciclistas que penduraram a bicicleta em um poste têm realizado diversos protestos na cidade, incluindo a pintura no asfalto em faixas das principais avenidas. A bicicleta pendurada foi toda pintada de branco e está bastante danificada. Um ciclista morreu em agosto de 2006 próximo ao local escolhido. No exterior, esse tipo de protesto é bastante comum e as bicicletas são chamadas de "ghost bikes" ("bicicletas fantasmas").
"É uma demonstração legítima e interessante de um grupo de cidadãos que querem que se valorize o transporte mais sustentável e têm buscado sensibilizar a sociedade como um todo", diz o representante da Prefeitura. "Nossa intenção é tentar aumentar a integração do ciclista com o transporte coletivo. É um processo que está começando. E nossa secretaria é totalmente favorável ao uso de transportes alternativos."
Daniel Santini/G1A primeira 'bicicleta fantasma' da cidade foi instalada em um poste da Avenida Luiz Carlos Berrini, próximo ao local onde um ciclista morreu em agosto de 2006. (Foto: Daniel Santini/G1) Espaço reduzidoA Secretaria do Verde e do Meio Ambiente conta com um grupo de trabalho para incentivar a prática do ciclismo na cidade, o Grupo Pró-Ciclista, e tem como meta tentar aumentar o número o espaço para as bicicletas entre os carros. Atualmente, existem apenas 4,5 km de ciclovias. A idéia é que, com a criação de novas rotas, incluindo a Radial Leste e a Marginal Pinheiros, este número aumente para cerca de 50 km.
Apesar da intenção, na prática os ciclistas continuam tendo cada vez menos espaço nos congestionamentos da cidade. Em vez de aumentar, o número de ciclovias diminuiu em algumas regiões, como Pinheiros, por exemplo. A pista que existia na Avenida Faria Lima foi totalmente desativada e, no trajeto, foram instalados obstáculos como canteiros e grades.
O chefe de gabinete Hélio Neves reconhece que, apesar da pasta ter um grupo para impulsionar a prática de esportes, não resolve sozinha o problema. "A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente é altamente interessada e participa desse protesto, mas quem tem o papel mais importante é a área de transportes e as subprefeituras", resumiu. A Secretaria de Transportes foi procurada, mas a assessoria de imprensa da pasta informou que ninguém iria se pronunciar sobre o problema.
"Pendurar bicicletas é interessante, chama bem a atenção e desperta as pessoas para um problema que afeta também o pedestre e quem anda motorizado", afirma o chefe de gabinete. "Temos essa percepção de que o transporte individual em carros só agrava o problema. A frota aumenta exponencialmente, o trânsito vai piorar e não adianta abrir mais vias, mais ruas. Não é assim que se resolve o problema. A bicicleta pode vir a ter um papel bastante importante", defende.
Os ciclistas que penduraram a bicicleta em um poste têm realizado diversos protestos na cidade, incluindo a pintura no asfalto em faixas das principais avenidas. A bicicleta pendurada foi toda pintada de branco e está bastante danificada. Um ciclista morreu em agosto de 2006 próximo ao local escolhido. No exterior, esse tipo de protesto é bastante comum e as bicicletas são chamadas de "ghost bikes" ("bicicletas fantasmas").
"É uma demonstração legítima e interessante de um grupo de cidadãos que querem que se valorize o transporte mais sustentável e têm buscado sensibilizar a sociedade como um todo", diz o representante da Prefeitura. "Nossa intenção é tentar aumentar a integração do ciclista com o transporte coletivo. É um processo que está começando. E nossa secretaria é totalmente favorável ao uso de transportes alternativos."
Daniel Santini/G1A primeira 'bicicleta fantasma' da cidade foi instalada em um poste da Avenida Luiz Carlos Berrini, próximo ao local onde um ciclista morreu em agosto de 2006. (Foto: Daniel Santini/G1) Espaço reduzidoA Secretaria do Verde e do Meio Ambiente conta com um grupo de trabalho para incentivar a prática do ciclismo na cidade, o Grupo Pró-Ciclista, e tem como meta tentar aumentar o número o espaço para as bicicletas entre os carros. Atualmente, existem apenas 4,5 km de ciclovias. A idéia é que, com a criação de novas rotas, incluindo a Radial Leste e a Marginal Pinheiros, este número aumente para cerca de 50 km.
Apesar da intenção, na prática os ciclistas continuam tendo cada vez menos espaço nos congestionamentos da cidade. Em vez de aumentar, o número de ciclovias diminuiu em algumas regiões, como Pinheiros, por exemplo. A pista que existia na Avenida Faria Lima foi totalmente desativada e, no trajeto, foram instalados obstáculos como canteiros e grades.
O chefe de gabinete Hélio Neves reconhece que, apesar da pasta ter um grupo para impulsionar a prática de esportes, não resolve sozinha o problema. "A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente é altamente interessada e participa desse protesto, mas quem tem o papel mais importante é a área de transportes e as subprefeituras", resumiu. A Secretaria de Transportes foi procurada, mas a assessoria de imprensa da pasta informou que ninguém iria se pronunciar sobre o problema.
Fonte Daniel Santini, Globo.com , 06/12/2007
domingo, 30 de dezembro de 2007
"Por isto eu pedalo"
Poti , parceiro de nosso movimento e colunista da ZH , avisa que é autor da seção "Por isso eu pedalo" na edição do mês de dezembro da revista VO2 . A seção apresenta sempre o perfil de um ciclista, com um pouco da trajetória na atividade e a motivação para girar os pedais.
Vamos prestigiar e tratar de comprar a revista.
Vamos prestigiar e tratar de comprar a revista.
De bicicleta no metrô

Anuncia-se em Porto Alegre a primeira viagem oficial autorizada de bicicletas no metrô. A data marcada é dia 06/01/2008 com saída da Estação Aeroporto, às 09 horas da manhã, com chegada na estação Mercado, onde haverá recepção pela presidência da Trensurb, demais autoridades e a imprensa. A ideia é fazer desse ato o lançamento oficial do programa CICLISTA TRENSURB. A utilização, por enquanto, é só em domingos e feriados. Ficou decidido também que não será necessario retirar uma das rodas. Ainda bem.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
"Cicloturismo"
Ainda sobre o evento.Acabou sendo bom porque o grupo é motivado.O Poti tem a coluna na ZH e é o maior cicloturista da zona sul ( Arroio Grande e arredores); o Gian desenvolve pesquisa de doutorado e é meu parceiro no Projeto Flotilha; o Enio mexecom esportes de ponta na ESEF; o P.R.Baptista teve oportunidade até de recitar poesia e só não projetou um vídeo do Pink Floyd ( Bike) porque o sistema não permitiu; e o Guto, bem o Guto é o maior expert em aproveitamento urbano para bicicletas da América do Sul e Pelotas não aproveita. Já rascunhou mil vezes a ciclofaixa da Andrade Neves, mas ela não sai do papel.Faltou o Horacio que se escondeu mas teve participação importante no evento. Estou desconfiado que está virando estrela, queria cachê mas não chegou a um acordo.Pena que tenham trocado de local encima da hora ( seria bem no centro, o local que acabou aproveitado nao chega a ser ruim mas fica totalmente escondido, confesso que tive a exata sensação, para chegar lá, de Joseph K. no Processo. As semelhanças são muito grandes, a escadinha, então, que termina numa portinha no alto, antes de entrar na sala, poderia ter sido aproveitada no cenário do filme ( viram? com Orson Welles). A organização pecou novamente com a programação do passeio ciclístico.Marcaram inscrições no local da saída, mas não apareceu ninguém da organização.Aliás foram os únicos que faltaram. Apareceram, como disse antes, a imprensa, os guardas de trânsito e os ciclistas ( aliás ligados ao MUBPel ) ainda que poucos. Enquanto isto, na manhá meio nublada de sábado, nada dos organizadores.Cogita-se que tenham ficado dormindo, emendando a balada da sexta.Seja como fôr, nos deixaram a pé.
P.S. - enquanto aguardamos, por uma hora, a chegada dos organizadores, o Gian aproveitou para fazer uma demonstração da bicicleta desmontável que tem. É interessante, mas se ocorrer de perder , por furto ou outra condição, uma parte da bicicleta? Pode ocorrer, afinal a bicicleta não é inteira! Será que caberia colocar no jornal um anúncio assim: PERDEU-SE METADE DE UMA BICICLETA. Se achou meia-bicicleta favor entrar em contato para conversarmos. Se chegarmos a um acordo aceito até deixar a metade que ficou comigo.
P.R.Baptista - PINHA LIVRE
P.S. - enquanto aguardamos, por uma hora, a chegada dos organizadores, o Gian aproveitou para fazer uma demonstração da bicicleta desmontável que tem. É interessante, mas se ocorrer de perder , por furto ou outra condição, uma parte da bicicleta? Pode ocorrer, afinal a bicicleta não é inteira! Será que caberia colocar no jornal um anúncio assim: PERDEU-SE METADE DE UMA BICICLETA. Se achou meia-bicicleta favor entrar em contato para conversarmos. Se chegarmos a um acordo aceito até deixar a metade que ficou comigo.
P.R.Baptista - PINHA LIVRE
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