sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
O Ciclismo e a Política
Quando os políticos perceberam que associar seus nomes à prática do ciclismo atraía simpatia e, possivelmente votos, passamos a conviver com inúmeras situações, a maioria insólitas, nas quais começaram a aparecer tentando equilibrar-se sobre duas rodas.
A relação hoje já é enorme.
Nem sempre, no entanto, o desfecho resulta em tombo.
Mas é o que sucedeu com o presidente Maduro, da Venezuela.
Num desfile triunfante pelas ruas de Caracas, acena para todos os lados, segurando o guidão com apenas uma das mãos.
Por mais de um momento parece perder o equilíbrio mas retoma o controle.
Até que, por fim, a queda é inevitável.
Que sirva de lição para os políticos afoitos sempre que quiserem impressionar-nos pedalando uma bicicleta.
sábado, 24 de agosto de 2013
MTB em Chuvisca
Nova etapa do Zona Sul de MTB em Chuvisca dia 01 de setembro. Dirceu Hartwig, na coordenação do evento , prevê a presença de mais de uma centena de ciclistas de todo o Rio Grande do Sul e também do Uruguai.
Um evento de grande significado para o ciclismo gaúcho e para a região sul.
Largada prevista para às 9 h 30 min.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Emprego da Bicicleta em Pelotas
Flagrante muito significativo da importância que o emprego da bicicleta tem atualmente em Pelotas. Camioneta oficial da Prefeitura ocupa vaga para bicicletas com os paraciclos já em total abandono.
Foto Luciano Gotuzzo, postagem original no facebook
Not a car or bicycle, but a blend _ an ELF vehicle
Car-bicycle blend known as an ELF vehicle is making 1,200 mile trip along East Coast trail
By Valerie Bonk, Associated Press
RESTON, Va. (AP) -- Mark Stewart turns quite a few heads as he zips through the streets on his neon green ELF bike. With each pedal, his feet take turns sticking out from the bottom while a gentle motor hums in the background.
What he's driving looks like a cross between a bicycle and a car, the closest thing yet to Fred Flintstone's footmobile, only with solar panels and a futuristic shape.
It's a "green" option for today's commuters.
Stewart, a 65-year-old family therapist and school psychologist from Cambridge, Mass., took the summer off in order to drive his new ELF bike more than 1,200 miles on trails and roads using the East Coast Greenway, a bike and pedestrian trail that runs from Canada to Key West.
He began his journey by flying down to Durham, N.C., on July 15, and estimates that the entire trip will take about a month. He covered the first leg, from Durham, N.C. to Reston, Va., over roughly five days, 60 miles at a time.
Needless to say, he's getting lots of questions along the way.
"It reminds me of when I saw a Smart car the first time," said Joanne Bury as she emerged from her Reston condominium building to take a look at the vehicle. "This is incredible. What is it?"
Such attention, Stewart says, is par for the course.
"I don't mind though. I mean I like that people want to talk about it," he said.
The ELF, or "Organic Transit Vehicle," can go for 1,800 miles on the energy equivalent of a gallon of gasoline. It does not require the insurance, repair and car maintenance costs of the average vehicle. Besides the cost of the occasional new tire, the ELF runs completely off what it costs to charge its battery.
Stewart bought the ELF from Durham-based Organic Transit, which sells them for a base price of $5,000. He said he wanted to avoid the almost $1,000 delivery charge, so he decided to fly down to pick up the bike in person and learn how to operate it before taking the long trip back home.
"I spent three days in the shop hanging with the guys there and learning the vehicle," Stewart said. "This is just an unsupported solo trip up here in a vehicle that nobody else really knows."
Stewart's ELF is only about the 40th to come off the production line. While few bike shop workers have seen the contraption, the materials, such as the tires and pedals, are items on your average bicycle.
Organic Transit CEO Rob Cotter took technology from aircrafts, boats and bicycles and incorporated them into a "green" 130-pound vehicle.
"About 30 years ago I was working in the performance car industry working on Porsches and BMWs," Cotter said. "At the time the world record for a streamline bicycle was 55 mph by ground and I realize that those efficiencies are capable with one horsepower. I realized from a social, ethical and environmental standpoint that we're doing something drastically wrong."
He was consulting on bike-sharing technologies being considered for New York City's proposed program when he saw there was a market for his vehicle.
"A combination of environmental catastrophes, high fuel costs, climate change and a migration of people moving to the cities all combined for a trend of people looking for an automotive alternative. But not everyone can fit a bicycle into their daily life," Cotter said.
"Issues like weather, steep hills, lack of carrying capacity, falling over and safety concerns steer many away from bicycles. The ELF was designed to address those concerns, contribute to the rider's health, cost savings and lessen their environmental impact," he said.
Demand has grown significantly, and Organic Transit has opened a second factory. The company is working on their 75th bike, with more than 200 already sold or reserved with a deposit.
"Right now we make them at a rate of one per day hand built in the U.S. but we're about to open up another facility on the West Coast to increase our efficiency sometime this year to get up to four per day," Cotter said.
While the ELF is classified as a bicycle by Organic Transit, the laws surrounding such a vehicle vary.
In the District of Columbia, where Stewart's GPS was taking him, the ELF is not allowed on the bike trails and paths. The city classifies it as a motorized bicycle.
"They can't operate the unit on a sidewalk, they can't park on a street and they can't operate on off-street bike trails or bike routes," said Monica Hernandez of the city's Department of Transportation. "The only thing you can do (on the street) is stop to unload or load the unit."
Stewart says so far he's only gotten looks of curiosity.
"A lot of cops have gone by me no one's said boo. They'll look, they're interested but they don't question its right to be on the road," Stewart said.
___
Associated Press writer Shaquille Brewster contributed to this report.
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sábado, 13 de julho de 2013
Cabral, larga o helicóptero, vai de bike...
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou na sexta-feira (12), por sua assessoria de imprensa, que não usará mais o helicóptero diariamente no trajeto de sua casa ao Palácio Guanabara, ambos na zona sul do Rio. A decisão foi tomada após ser instaurada investigação sobre suposto uso irregular da aeronave.
Cabral mora no Leblon, a cerca de dez quilômetros do Palácio Guanabara, em Laranjeiras, ambos na zona sul. Apesar da distância, o governador ia até a Lagoa, onde está localizado o hangar do Estado, e completava o percurso de helicóptero. A partir da próxima semana, o trajeto será feito com batedores.
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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Manifestação em Porto Alegre
Bicicleta do sistema público aparece danificada após nova noite de confrontos em Porto Alegre ( foto: Felipe Schroeder Franke / Terra)
quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Europa: menos automóveis, mais bicicletas
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Fernando Veludo/nFactos
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
RS 734 a estrada do ciclista voador
Documentário sobre a obra de duplicação da RS 734, na cidade do Rio Grande, no Rio Grande do Sul, que liga o Balneário Cassino ao centro da cidade, iniciada em 2006 e que até o momento, depois de três gestões do governo estadual, nenhum trabalho intensivo foi realizado para resolver os problemas de falta de acostamento, ciclovia e passarelas, fazendo com que a população pague com a própria vida pela incompetência e falta de vontade política.
Cobertura da manifestação do dia 30 de agosto pela morte do ciclista Fábio Sena Barreto, ocorrida no dia 26 de agosto de 2012.
RS 734 - CICLOVIA JÁ!
Editado em 26 de Janeiro de 2013. Até esta data a obra continua como mostra o vídeo.
terça-feira, 30 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Taxista atropela ciclistas em Buenos Aires
El taxista que atropelló esta madrugada a varios ciclistas del movimiento Masa Crítica en el barrio porteño de Palermo continúa prófugo y está siendo buscado intensamente por la policía.
Según informaron fuentes policiales, "testigos registraron la patente del automóvil y se están haciendo averiguaciones para dar con el conductor".
En las útlimas horas trascendió que el vehículo pertenecería a radio taxis Premium. Consultados por LA NACION, desde la compañía advirtieron que "están investigando" pero que las patentes que se difundieron en los medios no corresponden a "un auto abonado" a la empresa.
El hecho ocurrió anoche en la avenida Figueroa Alcorta, a la altura del Planetario, y como resultado tres jóvenes resultaron heridos. Horas más tarde, tras ser trasladados a un hospital, fueron dados de alta.
Un testigo contó a LA NACION que poco después de comenzar el trayecto, a la altura de avenida del Libertador, cerca del Planetario, un hombre que manejaba un taxi atropelló a un joven y luego embistió al resto de la caravana de ciclistas.
"Vi que el taxista se llevó puesto a un compañero, la bici se fue por debajo del taxi y mi compañero se subió al capot y lo arrastró", sostuvo una joven en diálogo con C5N. Y agregó: "Había un patrullero que accionó después de que el taxista había atropellado a esta persona".
Ante la desesperación, un grupo de personas que integra el movimiento se dirigió a radicar la denuncia. Según informaron a LA NACION desde la comisaría 23, que interviene en el caso, tras el incidente actuó un patrullero de oficio. La policía intenta dar con el paradero del taxista, que se dio a la fuga.
El movimiento de ciclistas Masa Crítica, se originó el San Francisco en 1993, y desde hace cuatro años se realiza en Buenos Aires el primer domingo de cada mes, a las 16 en el Obelisco y también las noches de luna llena a las 21, en el mismo lugar ( La Nación )
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Ciclofaixa central: a discussão. Para se sair do lugar
Já há posicionamentos significativos , dentre outros Pedal Curticeira, Pinha Livre, vereador Marcus Cunha , além do próprio Guto King que faz parte da administração, em favor da Félix da Cunha.
Esta opção, aliás, surgiu na própria reunião que foi feita para tratar do assunto. Sucede que, possivelmente, a influência dos que não entendem necessária a ciclofaixa, possa estar se fazendo presente embora não manifestada claramente em nenhum momento.
Esta influência, em principio, por privilegiar o automóvel, quer a bicicleta o mais longe possível do centro.Uma ciclofaixa quanto mais central mais se contrapõe à cultura de estacionar no centro da cidade e de chegar de carro em todos os pontos.
Então pela ordem devem preferir , se não houver a opção de não se efetuar a obra, primeiro a Barroso, depois a Santa Cruz e, sob indignação, a Félix da Cunha.
No caso da Andrade Neves o processo foi semelhante pois foram apontadas alternativas que tiravam a bicicleta do eixo central ou a jogavam em vias de tráfego intenso como a Osório.
No caso presente começamos a chegar num ponto em que as discussões tendem a se tornar retóricas.
Cabe à administração, de posse das opiniões já manifestadas e com base no próprio discernimento, tomar a decisão e assumir a postura política que esta decisão implica.
Uma ciclofaixa nos moldes que estão propostos é uma obra simples, de baixo custo que já poderia ter começado ontem.
Aliás o que deveria já ter sido proposto com fins de implementação não é tão sómente a criação de uma ciclofaixa interligando a avenida Bento com a Gomes Carneiro mas um plano viário completo para o emprego da bicicleta.
Esta opção, aliás, surgiu na própria reunião que foi feita para tratar do assunto. Sucede que, possivelmente, a influência dos que não entendem necessária a ciclofaixa, possa estar se fazendo presente embora não manifestada claramente em nenhum momento.
Esta influência, em principio, por privilegiar o automóvel, quer a bicicleta o mais longe possível do centro.Uma ciclofaixa quanto mais central mais se contrapõe à cultura de estacionar no centro da cidade e de chegar de carro em todos os pontos.
Então pela ordem devem preferir , se não houver a opção de não se efetuar a obra, primeiro a Barroso, depois a Santa Cruz e, sob indignação, a Félix da Cunha.
No caso da Andrade Neves o processo foi semelhante pois foram apontadas alternativas que tiravam a bicicleta do eixo central ou a jogavam em vias de tráfego intenso como a Osório.
No caso presente começamos a chegar num ponto em que as discussões tendem a se tornar retóricas.
Cabe à administração, de posse das opiniões já manifestadas e com base no próprio discernimento, tomar a decisão e assumir a postura política que esta decisão implica.
Uma ciclofaixa nos moldes que estão propostos é uma obra simples, de baixo custo que já poderia ter começado ontem.
Aliás o que deveria já ter sido proposto com fins de implementação não é tão sómente a criação de uma ciclofaixa interligando a avenida Bento com a Gomes Carneiro mas um plano viário completo para o emprego da bicicleta.
domingo, 17 de março de 2013
SP: ciclistas protestam
Em São Paulo ciclistas protestam no prédio de Haddad após mutilação de jovem atropela por um carro sobre a ciclofaixa.
Os manifestantes foram recebidos pelo filho do prefeito, Frederico Haddad, que prometeu agendar uma audiência para a próxima semana
LEIA MAIS >>>
Os manifestantes foram recebidos pelo filho do prefeito, Frederico Haddad, que prometeu agendar uma audiência para a próxima semana
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As ciclofaixas são seguras ? (II)
Segundo a matéria divulgada a seguir, não. Falta de respeito dos motoristas, buracos, ausência de recapeamento, carros parados em fila dupla e veículos em alta velocidade. Esses são alguns dos problemas enfrentados rotineiramente por ciclistas na cidade de São Paulo, segundo levantamento feito pelo Estadão.com.br, que mapeou os pontos perigosos na cidade. Além disso, há falhas de sinalização em ciclovias.
LEIA >>> http://br.noticias.yahoo.com/vias-pr%C3%B3prias-bicicleta-tamb%C3%A9m-s%C3%A3o-inseguras-114800698.html
LEIA >>> http://br.noticias.yahoo.com/vias-pr%C3%B3prias-bicicleta-tamb%C3%A9m-s%C3%A3o-inseguras-114800698.html
quinta-feira, 14 de março de 2013
Ciclofaixa central : a discussão. Um passo atrás?
Logo após a reunião realizada pela Administração Municipal, ao ar livre,à noite, na
praça Coronel Pedro Osório
e que propunha demonstrar
uma postura distinta, democrática, em relação
à questão do emprego da bicicleta
somos surpreendidos pela seguinte notícia,
divulgada através da coluna Espero Corrido,
no Diário Popular (14/03/13): PEDAL
Informação complementar sobre o aqui publicado, a respeito da possível ciclofaixa na Félix da Cunha. Não deverá sair tão cedo. O estudo é feito para a Barroso ou Santa Cruz, que teria a preferência. Se for para a Barroso, esta terá, finalmente, mão única, sentido Bento Gonçalves/Dom Pedro II
Cabe destacar que o objetivo da reunião realizada na praça seria justamente ouvir a posição dos ciclistas quanto à opção entre a Félix da Cunha ou Santa Cruz para implantar uma ciclofaixa central.
Pois bem, a opinião foi ouvida com manifestações favoráveis à primeira alternativa do Pedal Curtiçeira e Pinha Livre.
O vereador Marcus Cunha, apoiador do movimento, também manifestou-se da mesma forma no Pinha Livre. A notícia de que a ciclofaixa não sai tão cedo e não seria na Félix da Cunha é decepcionante.
Desdobramentos da Discussão
http://www.facebook.com/groups/pedalcurticeira/440067159400790/?notif_t=group_comment_reply
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