Na próxima sexta-feira, dia 25, às 21h. está programada uma BICICLETADA.
Saída do largo da Catedral S. F. De Paula em Pelotas
Divulguem! Venham todos com espirito integrador e com a intenção de mostrar que cidade queremos...
segunda-feira, 21 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Rua sem Saída
O atropelamento de Porto Alegre trouxe uma repercussão raramente vista envolvendo ciclistas. De imediato surgiram manifestações, interpretações e tomadas de posição as mais variadas. O movimento Massa Crítica caracteriza-se por intervenções que, em alguns momentos, são contestadas inclusive por integrantes de outros movimentos que propõem estratégias diferentes. Incidentes de carros atropelando manifestantes em bicicletadas são mais frequentes do que se possa imaginar. Nenhuma delas, no entanto, com o grau de violência e covardia quanto o de Porto Alegre onde o que decorria era uma manifestação alegre e descontraída que, aparentemente, pouco "transtorno" trazia ao tráfego. Mas, deixando de lado diferenças de interpretações, algumas mais de detalhe, o que mais nos chamou a atenção, conforme exposto desde o início aqui no PINHA LIVRE , foi a posição das "autoridades" que deixam claro, de uma forma que parece até inconsciente, ainda que em parte motivadas por não terem "autorizado" a manifestação, o pré-julgamento e o preconceito que tem em relação aos ciclistas e, por consequência, ao emprego da bicicletas nas cidades. Transcrevo, por isto, o texto de Walter Hupsel , divulgado pelo Yahoo ( http://colunistas.yahoo.net/posts/9187.html) , que enfoca de forma muito bem localizada, colocando-a ao mesmo tempo dentro de um contexto, esta questão.
Rua sem saída
Na semana passada aconteceu um ato bárbaro em Porto Alegre, mas poderia ser em qualquer cidade brasileira.Um motorista, dentro do seu possante Golf preto, irritado com a lentidão do trânsito a sua frente, simplesmente passou por cima de dezenas de ciclistas, fazendo um strike humano. São imagens chocantes da barbárie, pura e inconteste, que nos aterroriza exatamente porque nos mostra quem somos, campeões de violência e morte no trânsito.
A rua é a metáfora perfeita da vida em sociedade. Se nossa esfera privada pode ser a dita “casa”, a esfera pública é rua. É ela que pulsa e dá dinamismo à sociedade, mas, no nosso caso, é nela também que morremos abruptamente.
A rua, no Brasil, não foi pensada para o pedestre. As calçadas são estreitas e acidentadas, quando não ocupadas por carros. Andar por elas, quando possível, é um exercício de paciência e de risco. A rua foi feita para primazia do carro, para que o motorista tenha caminho mais livre, em detrimento do pedestre, do usuário do transporte coletivo ou do ciclista. Não é difícil perceber isso quando olhamos os orçamentos municipais destinados para cada um deles. Gasta-se uma fortuna em obras viárias para os automóveis enquanto pouquíssimo para metrô, ônibus ou ciclovias.
Somos, juntamente com os Estados Unidos, uma sociedade de carros. Fizemos essa opção lá atrás, e continuamos a fazê-la repetidamente. São escolhas políticas, pelo individualismo nefasto que se constrói contra o público, contra a rua. E a nossa rua, sempre refeita para que permaneça a mesma, é aquela que um conservador de boa cepa diagnosticou no começo do século 20: é a imunidade da propriedade, seja em relação aos subordinados, seja em relação ao Estado. É quase a extensão natural do domínio da Casa Grande. É, assim, o domínio da propriedade privada, e exclusiva, contra a esfera realmente pública.
A sociedade do automóvel é a sociedade do privado e do insulamento, que transforma o público em seus próprios domínios. Privatizamos a esfera pública, pois a mediamos através dos carros.
Escolhemos viver em condomínios fechados, em carros idem. Condomínios que nos dão a falsa sensação de isolamento de uma sociedade violenta. Mas é o próprio isolamento que a torna assim, numa lógica circular e viciosa. O carro é a manifestação extrema desse isolamento, e, por isso, também é o símbolo maior de status.
Quem não se lembra do comentarista José Carlos Prates reclamando, explicitamente, na maior rede de comunicação do Sul do país que hoje “qualquer miserável tem um carro”?
Prates faz coro ao novo queridinho da direita tosca – o Olavo de Carvalho de All Star, como denominou com perfeição Michel Blanco –, Luiz Felipe Pondé, que reclamou dos pobres terem transformado uma outrora ilha de iguais, o avião, em um churrasco na laje.
Grande paradoxo. Queremos o conforto, as benesses e os bens propagados pelo capitalismo como a última instância do Éden na terra, mas queremos que sejam bens exclusivos, que só alguns tenham acesso.
Logo depois do ato bárbaro do motorista de Porto Alegre, vozes das autoridades correram pra defendê-lo, ou ao menos para atenuar aquilo que pode ser definido como uma tentativa de homicídio qualificado.
O delgado criticou a vítima. Para esse douto senhor os ciclistas se expuseram ao risco ao não pedirem autorização ao poder público para fazerem a manifestação. E arrematou com uma brilhante frase: “Aqui não é a Líbia. Aqui tem toda a liberdade para fazer manifestação, desde que avisem as autoridades. Faz a tua manifestação, mas não impede o fluxo de automóveis. Se tu impedes, dá confusão, dá baderna, dá acidente. Fica o alerta”.
E a cereja do bolo fica por parte do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, que, quase tentando inocentar o sociopata do Golf, afirmou, horas depois da tentativa de homicídio, que a reunião de tantas bicicletas seria ilegal. Só faltou fazer coro com Jânio Quadros e dizer que as mulheres são as culpadas pelos estupros sofridos, já que não se vestem decentemente.
Inconscientemente, as autoridades ali não defendiam a pessoa que estava atrás do volante. Defendiam nosso legado, nossa rua como extensão da casa, privatizada, cujo símbolo maior é mesmo o carro. Agiram, assim, como advogados de defesa de uma sociedade segmentada, excludente, violenta. Defenderam o nosso legado, a nossa barbárie.
Chamem o ladrão!
Na semana passada aconteceu um ato bárbaro em Porto Alegre, mas poderia ser em qualquer cidade brasileira.Um motorista, dentro do seu possante Golf preto, irritado com a lentidão do trânsito a sua frente, simplesmente passou por cima de dezenas de ciclistas, fazendo um strike humano. São imagens chocantes da barbárie, pura e inconteste, que nos aterroriza exatamente porque nos mostra quem somos, campeões de violência e morte no trânsito.
A rua é a metáfora perfeita da vida em sociedade. Se nossa esfera privada pode ser a dita “casa”, a esfera pública é rua. É ela que pulsa e dá dinamismo à sociedade, mas, no nosso caso, é nela também que morremos abruptamente.
A rua, no Brasil, não foi pensada para o pedestre. As calçadas são estreitas e acidentadas, quando não ocupadas por carros. Andar por elas, quando possível, é um exercício de paciência e de risco. A rua foi feita para primazia do carro, para que o motorista tenha caminho mais livre, em detrimento do pedestre, do usuário do transporte coletivo ou do ciclista. Não é difícil perceber isso quando olhamos os orçamentos municipais destinados para cada um deles. Gasta-se uma fortuna em obras viárias para os automóveis enquanto pouquíssimo para metrô, ônibus ou ciclovias.
Somos, juntamente com os Estados Unidos, uma sociedade de carros. Fizemos essa opção lá atrás, e continuamos a fazê-la repetidamente. São escolhas políticas, pelo individualismo nefasto que se constrói contra o público, contra a rua. E a nossa rua, sempre refeita para que permaneça a mesma, é aquela que um conservador de boa cepa diagnosticou no começo do século 20: é a imunidade da propriedade, seja em relação aos subordinados, seja em relação ao Estado. É quase a extensão natural do domínio da Casa Grande. É, assim, o domínio da propriedade privada, e exclusiva, contra a esfera realmente pública.
A sociedade do automóvel é a sociedade do privado e do insulamento, que transforma o público em seus próprios domínios. Privatizamos a esfera pública, pois a mediamos através dos carros.
Escolhemos viver em condomínios fechados, em carros idem. Condomínios que nos dão a falsa sensação de isolamento de uma sociedade violenta. Mas é o próprio isolamento que a torna assim, numa lógica circular e viciosa. O carro é a manifestação extrema desse isolamento, e, por isso, também é o símbolo maior de status.
Quem não se lembra do comentarista José Carlos Prates reclamando, explicitamente, na maior rede de comunicação do Sul do país que hoje “qualquer miserável tem um carro”?
Prates faz coro ao novo queridinho da direita tosca – o Olavo de Carvalho de All Star, como denominou com perfeição Michel Blanco –, Luiz Felipe Pondé, que reclamou dos pobres terem transformado uma outrora ilha de iguais, o avião, em um churrasco na laje.
Grande paradoxo. Queremos o conforto, as benesses e os bens propagados pelo capitalismo como a última instância do Éden na terra, mas queremos que sejam bens exclusivos, que só alguns tenham acesso.
Logo depois do ato bárbaro do motorista de Porto Alegre, vozes das autoridades correram pra defendê-lo, ou ao menos para atenuar aquilo que pode ser definido como uma tentativa de homicídio qualificado.
O delgado criticou a vítima. Para esse douto senhor os ciclistas se expuseram ao risco ao não pedirem autorização ao poder público para fazerem a manifestação. E arrematou com uma brilhante frase: “Aqui não é a Líbia. Aqui tem toda a liberdade para fazer manifestação, desde que avisem as autoridades. Faz a tua manifestação, mas não impede o fluxo de automóveis. Se tu impedes, dá confusão, dá baderna, dá acidente. Fica o alerta”.
E a cereja do bolo fica por parte do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, que, quase tentando inocentar o sociopata do Golf, afirmou, horas depois da tentativa de homicídio, que a reunião de tantas bicicletas seria ilegal. Só faltou fazer coro com Jânio Quadros e dizer que as mulheres são as culpadas pelos estupros sofridos, já que não se vestem decentemente.
Inconscientemente, as autoridades ali não defendiam a pessoa que estava atrás do volante. Defendiam nosso legado, nossa rua como extensão da casa, privatizada, cujo símbolo maior é mesmo o carro. Agiram, assim, como advogados de defesa de uma sociedade segmentada, excludente, violenta. Defenderam o nosso legado, a nossa barbárie.
Chamem o ladrão!
sexta-feira, 4 de março de 2011
Pelotas adere ao protesto nacional
Como consequência do atropelamento ocorrido em Porto Alegre de ciclistas que participavam de uma bicicletada da Massa Crítica, eclodiram em várias cidades ( além de Porto Alegre, em Rio Grande, Florianópolis, São Paulo , Brasília, entre outras) manifestações de apoio às vítimas e de reivindicação por melhores condições para o emprego da bicicleta. Pelotas somou-se a estas manifestações com uma bicicletada, Bicicletada da Paz, que reuniu expressivo número de participantes conforme permite observar a foto acima.
O video a seguir dá também uma idéia do movimento.
foto Nauro Júnior
quarta-feira, 2 de março de 2011
Manifestação de uma Leitora
foto Jefferson BernardesRita de Cássia Arruda, de Brasília, leitora de "Ciclistas Anônimos", envia este texto a respeito do incidente de Porto Alegre:
Caro PR:
Foi com um misto de indignação e incredulidade que assisti pela TV, na noite dessa terça-feira (01/03), imagens dos ciclistas de Porto Alegre - que pacificamente pedalavam em defesa do uso da bicicleta no trânsito - sendo atropelados de propósito por um louco furioso.
Não sem razão, tal cena de dantesca insanidade evocou em minha memória uma outra, igualmente truculenta, ocorrida aqui em Brasília, em 1984, na Esplanada dos Ministérios, ocasião em que um general cinco estrelas avançou o seu cavalo em cima dos manifestantes que marchavam até o Congresso Nacional em prol das Direta-Já, a maioria deles de estudantes, de chicote em punho e cercado de tanques de guerra Urutu.
Causa ainda mais espanto quando se leva em consideração os recentes acontecimentos em prol da democracia e contra a corrupção que vem ocorrendo nos países do norte da África.
Guardadas as devidas proporções, pode-se perfeitamente estabelecer um paralelo entre ambas as ocorrências. Lá, na Líbia, Muammar Khadaf investe mortalmente contra a população, coisa que absolutamente não pode ser justificada, qualquer que seja o ângulo em que se analise a situação.
Aqui, um sujeito que demonstra ser emocionalmente desequilibrado se julga no direito de desembestar o seu carro contra os ciclistas do "Massa Crítica". O argumento pífio do agressor, de que seria linchado pelos manifestantes, contradiz as imagens e por si só não se sustenta. Eu me pergunto: que país é esse, meu amigo?
Nada justifica tamanha brutalidade; nem num caso e muito menos nesse outro, ocorrido na capital gaúcha. É inacreditável que coisas dessa natureza ainda hoje ocorram por aqui, nesse Brasil lindo e trigueiro de meu Deus
Deixo então aqui, no "Ciclistas Anônimos", esse espaço tão criativo e democrático, meu veemente protesto contra tamanho ato de violência e presto ainda minha solidariedade aos ciclistas gaúchos. O Brasil de Norte a Sul espera agora que a justiça seja feita!
Justiça decreta prisão de acusado de atropelar ciclistas em Porto Alegre
O Estado de S.Paulo - Elder Ogliari e Ricardo Valota
A Justiça do Rio Grande do Sul decretou a prisão preventiva do bancário Ricardo Neis, de 47 anos, acusado de ter atropelado e ferido pelo menos 12 ciclistas em Porto Alegre.
A decisão foi tomada no final da noite de terça-feira, pela juíza Rosane Ramos de Oliveira Michels, da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre, a pedido da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual.
Durante a tarde de terça-feira Neis se internou numa clínica psiquiátrica da região metropolitana de Porto Alegre.
Na manhã desta quarta-feira,dia 2, o indiciado foi detido pela Polícia Civil no Hospital Parque Belém, clínica psiquiátrica em que havia se internado ontem.
Ainda hoje ele deve ser transferido para a Delegacia de Crimes de Trânsito.
A Justiça do Rio Grande do Sul decretou a prisão preventiva do bancário Ricardo Neis, de 47 anos, acusado de ter atropelado e ferido pelo menos 12 ciclistas em Porto Alegre.
A decisão foi tomada no final da noite de terça-feira, pela juíza Rosane Ramos de Oliveira Michels, da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre, a pedido da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual.
Durante a tarde de terça-feira Neis se internou numa clínica psiquiátrica da região metropolitana de Porto Alegre.
Na manhã desta quarta-feira,dia 2, o indiciado foi detido pela Polícia Civil no Hospital Parque Belém, clínica psiquiátrica em que havia se internado ontem.
Ainda hoje ele deve ser transferido para a Delegacia de Crimes de Trânsito.
terça-feira, 1 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
"Atividade Irregular"
Num cenário de sucessivos atropelamentos de ciclistas estava faltando este desfecho: o atropelamento de um grupo de ciclistas pertencentes ao grupo Massa Crítica.Ao efetuarem um dos tradicionais passeios mensais, um número de mais de 20 ciclistas foi praticamente atacado por um veículo, na Cidade Baixa em Porto Alegre, ao que tudo indica de forma voluntária como represália pelo interrompimento da rua José do Patrocínio.
Segundo o diretor da EPTC, Empresa Pública de Transporte e Circulação, o Sr. Vanderlei Cappellari, não houve aviso sobre o passeio.
Em suas palavras “não informar sobre um movimento que interferirá no transito o transforma em uma atividade irregular”
Mas, então, Sr. Diretor da EPTC, o movimento diário de milhares e milhares de automóveis é uma atividade irregular pois ninguém é avisado e interferem, e como!, no transito.
Tais depoimentos dão bem uma idéia de onde é que nós, ciclistas, estamos metidos.
fonte: Zero Hora ( André Mags)
foto: Ricardo Duarte
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Acidente Fatal com Ciclista
Sabemos que o trânsito é violento em todas as cidades, principalmente quando alcançam , como é o caso de Pelotas,um número de veículos desproporcional à segurança oferecida pelas vias e pela sinalização.
Todos acabam sendo vítimas desta violência mas enquanto alguns ajudam a promovê-la, transitando ,por exemplo, à alta velocidade,outros não tem como evitá-la.
É o caso dos pedestres e, principalmente, dos ciclistas pois tem que dividir o mesmo espaço com o automóvel.
Notícia publicada hoje no Diário Popular informa que o ciclista Nelson Priebe, 63 anos, morreu , no local, ao ser atingido por uma caminhonete na avenida Fernando Osório ( talvez atualmente a via mais perigosa de Pelotas).
A versão é que o ciclista teria atravessado a preferencial.
A versão dele, o ciclista, nunca vamos conhecer.
Todos acabam sendo vítimas desta violência mas enquanto alguns ajudam a promovê-la, transitando ,por exemplo, à alta velocidade,outros não tem como evitá-la.
É o caso dos pedestres e, principalmente, dos ciclistas pois tem que dividir o mesmo espaço com o automóvel.
Notícia publicada hoje no Diário Popular informa que o ciclista Nelson Priebe, 63 anos, morreu , no local, ao ser atingido por uma caminhonete na avenida Fernando Osório ( talvez atualmente a via mais perigosa de Pelotas).
A versão é que o ciclista teria atravessado a preferencial.
A versão dele, o ciclista, nunca vamos conhecer.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Campeonato Zona Sul Mountain Bike
Local: CRISTAL
Data: 20 de fevereiro de 2011
ABERTURA OFICIAL DO ZONA SUL
07:30 hs Início da concentração/inscrições -
PRAIA DO RIO CAMAQUÃ
09:15 hs Encerramento das inscrições
09:30 hs Largada de todas as categorias - SEM ATRASO
12:30 hs Entrega da premiação
Categorias/km
ELITE Critério técnico 69 km
Sub-23 Nasc 92-89 69 km
Sub-30 Nasc 88-82 69 km
Júnior Nasc 93-94 69 km
Master A Nasc 75-81 30 a 36 anos 69 km
Master B Nasc 74-69 37 a 42 anos 69 km
Sênior A Nasc 68-63 43 a 48 anos 48 km
Sênior B Nasc 62-57 49 a 54 anos 48 km
Sênior C Nasc 56 ou antes 55 ou mais 31 km
Juvenil Nasc 96-95 31 km
Estreante Critério técnico 48 km
Feminina Nasc 96 ou antes 31 km
Municipal Atletas iniciantes do município - circuito A definir
Troféus para os 10 primeiros colocados de todas as categorias.
.
INSCRIÇÕES: antecipadas ON-LINE no site www.ulcmtb.com.br .
No local do evento até ás 09:15 hs. Faça sua inscrição antecipada.
INSCRIÇÕES – VALORES: até dia 16/02: R$ 20,00 para todos os atletas
Após dia 17/02: R$ 25,00 para todos os atletas.
OBSERVAÇÃO REGULAMENTO: A competição se desenrolará em estradas de trânsito aberto a veículos, sendo o fluxo controlado, devendo os atletas utilizarem o lado DIREITO da pista.
INFORMAÇÕES: Prefeitura Municipal de CRISTAL - Turismo (51) 36781100
dirceu.sls@gmail.com – 53.8403.7661 – 53.3251.3756
REALIZAÇÃO: Prefeitura Municipal de CRISTAL/ Sec de Educação LOGÍSTICA: ULC - União Lourenciana de Ciclistas
www.ulcmtb.com.br
Data: 20 de fevereiro de 2011
ABERTURA OFICIAL DO ZONA SUL
07:30 hs Início da concentração/inscrições -
PRAIA DO RIO CAMAQUÃ
09:15 hs Encerramento das inscrições
09:30 hs Largada de todas as categorias - SEM ATRASO
12:30 hs Entrega da premiação
Categorias/km
ELITE Critério técnico 69 km
Sub-23 Nasc 92-89 69 km
Sub-30 Nasc 88-82 69 km
Júnior Nasc 93-94 69 km
Master A Nasc 75-81 30 a 36 anos 69 km
Master B Nasc 74-69 37 a 42 anos 69 km
Sênior A Nasc 68-63 43 a 48 anos 48 km
Sênior B Nasc 62-57 49 a 54 anos 48 km
Sênior C Nasc 56 ou antes 55 ou mais 31 km
Juvenil Nasc 96-95 31 km
Estreante Critério técnico 48 km
Feminina Nasc 96 ou antes 31 km
Municipal Atletas iniciantes do município - circuito A definir
Troféus para os 10 primeiros colocados de todas as categorias.
.
INSCRIÇÕES: antecipadas ON-LINE no site www.ulcmtb.com.br .
No local do evento até ás 09:15 hs. Faça sua inscrição antecipada.
INSCRIÇÕES – VALORES: até dia 16/02: R$ 20,00 para todos os atletas
Após dia 17/02: R$ 25,00 para todos os atletas.
OBSERVAÇÃO REGULAMENTO: A competição se desenrolará em estradas de trânsito aberto a veículos, sendo o fluxo controlado, devendo os atletas utilizarem o lado DIREITO da pista.
INFORMAÇÕES: Prefeitura Municipal de CRISTAL - Turismo (51) 36781100
dirceu.sls@gmail.com – 53.8403.7661 – 53.3251.3756
REALIZAÇÃO: Prefeitura Municipal de CRISTAL/ Sec de Educação LOGÍSTICA: ULC - União Lourenciana de Ciclistas
www.ulcmtb.com.br
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Passeio Noturno
BIKE GRUPO DESDE 2004
A Lumbras Bike convida para seu passeio semanal as quartas feiras com saída às 20:30 da frente da loja na Dom Bosco 228.
O ritmo do passeio é de nível iniciante entusiasta, menores de 15 anos devem estar acompanhados de um adulto, pedimos aos participantes que façam uso do capacete se possuírem e de sistema de iluminação frontal e traseiro. Estes itens são aconselháveis mas não impedem a participação de quem não os tiver.
Nesta quarta dia 19 de JANEIRO, aguardamos sua presença, faça seu cadastro e participe cada semana um novo roteiro com segurança apoio mecânico durante o passeio.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A Comédia dos Erros
Uma das criações do gênio de Shakespeare é uma peça que se intitula "A Comédia dos Erros"( The Comedy of Errors). Como o nome dá a entender trata de situações equivocadas.
Pois a recente inauguração da duplicação da avenida Ferreira Vianna é um exemplo particularmente notável ( mas não incomum) de acúmulo de desinformação, malentendidos e confusão de várias partes.
O resultado é um amontoado de opiniões desencontradas como registra o blog Amigos de Pelotas. A foto ( publicada no mesmo blog e postada por Leandro Karam) onde ciclistas contornam um caminhão dá bem uma idéia do cenário ( detalhe, o caminhão está estacionado no lugar que ficou reservado pela Prefeitura para veículos e não para ciclistas).
Através da lista do PINHA LIVRE foi esclarecido e enfatizado que não existia nenhuma ciclovia ou ciclofaixa a ser inaugurada e que, portanto, o atendimento a um convite para um "passeio ciclístico", feito pela Prefeitura e reforçado por alguns ciclistas, era descabido para não dizer provocador.
Ainda não foi desta vez que fomos respeitados mas, tampouco, demonstramos a unidade, a independência, a informação e a organização necessárias para levar adiante nossas reivindicações.
Vamos aprendendo...
Pesquisa sobre Cicloturismo
Ao final de fevereiro lançaremos um projeto de cicloturismo em Joinville, o Circuito do Piraí.
Para melhor conhecermos nosso público, desenvolvemos uma pesquisa de mercado direcionada não só a cicloturistas, mas também àquelas pessoas que usam a bicicleta com outras finalidades, como esporte, lazer, competições, meio de transporte, etc.
Reconhecendo a influência de seu blog no estado do Rio Grande do Sul e, para aumentar o alcance da pesquisa, pedimos sua colaboração na divulgação do questionário entre seus contatos.
A pesquisa pode ser respondida através deste link: https://spreadsheets0.google.com/viewform?formkey=dG1lcDF2QWVucG1qNGFfNWl1SW8zZnc6MQ
Esperamos, com essa iniciativa, levantar o perfil de usuários de bicicleta em geral a fim de divulgar a prática do ciclismo e aumentar essa comunidade.
Contamos com sua participação!
Atenciosamente,
Nádia Miola
Para melhor conhecermos nosso público, desenvolvemos uma pesquisa de mercado direcionada não só a cicloturistas, mas também àquelas pessoas que usam a bicicleta com outras finalidades, como esporte, lazer, competições, meio de transporte, etc.
Reconhecendo a influência de seu blog no estado do Rio Grande do Sul e, para aumentar o alcance da pesquisa, pedimos sua colaboração na divulgação do questionário entre seus contatos.
A pesquisa pode ser respondida através deste link: https://spreadsheets0.google.com/viewform?formkey=dG1lcDF2QWVucG1qNGFfNWl1SW8zZnc6MQ
Esperamos, com essa iniciativa, levantar o perfil de usuários de bicicleta em geral a fim de divulgar a prática do ciclismo e aumentar essa comunidade.
Contamos com sua participação!
Atenciosamente,
Nádia Miola
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Bicicletada Noturna
Convite aos integrantes da PEDALADA DA CURTICEIRA e do PINHALIVRE para a última BICICLETADA noturna de 2010, QUINTA DIA 30, 21H 30 MIN, Catedral S. F. de Paula
O convite é feito pelo Horacio Severi
Fones: (53) 8119-5891 / 3305-4686 / 3027-2770.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ciclotur Cerro das Almas
Ciclotur Cerro das almas – Capão do Leão
Dia: 17 de outubro (domingo)
Saída: Altar da Pátria – 8h
O ciclotur faz parte de uma promessa feita aos alunos de uma escola municipal de Capão do Leão onde leciona a Eliana. Na ocasião Fernanda Tomiello e eu falamos sobre bicicletas, trânsito e tudo mais...
OBS: Levem lanche e água que faremos um convescote (picnic) nas alturas
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Ciclistas de Brasília
Enviadas pela Rita de Cássia, leitora de Ciclistas Anônimos, recebo de Brasília uma sequência de fotos de um passeio ciclístico ocorrido no dia 26 de setembro último organizado pela ONG “Rodas da Paz”. Na ocasião, comemorava-se a liberação de verbas para a construção de ciclovias em todo o Distrito Federal. Dois mil ciclistas de todas as idades participaram do passeio. Um dos objetivos da entidade é estimular a troca do carro pela bicicleta. A notícia foi divulgada pela Agência Brasil e as fotos são do Wilson Dias integrante da agência.
domingo, 19 de setembro de 2010
Ciclovia em Maceio

segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
CAMPEONATO ZONA SUL DE CICLISMO.- IV Etapa
O Campeonato Zona Sul de Ciclismo vem mantendo uma continuidade de etapas, em diferentes locais da Zona Sul do Rio Grande do Sul, que em muito colaboram para o incentivo do ciclismo.A IV Etapa, a realizar-se em Jaguarão no dia 12 de setembro, pela manhã, será inédita pois contará com a presença de ciclistas uruguaios aproveitando que a cidade faz fronteira com o Uruguai.
INSCRIÇÕES: no local do evento até ás 09:15 hs.
VALORES: R$15,00.
INFORMAÇÕES: LIZANDRO NOBRE (nobrebicicletas@yahoo.com.br);(53)32211858 - 91499225
REALIZAÇÃO: Prefeirura Jaguarão e Núcleo de Esportes
Coordenação: NobreBicicletas
Marcadores:
CAMPEONATO ZONA SUL DE CICLISMO.- IV Etapa
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Indivíduo Perigoso
Não sei em detalhes que relação Richard Bialon (foto acima), 68 anos, da Flórida, mantém ou mantinha com sua bicicleta mas, aparentemente, não era muito harmoniosa.Pelo menos isto é o que se pode supor a partir da notícia, divulgada por Allvoices, de que ele foi preso, alertado por algumas pessoas que presenciaram o caso, proferindo palavras ofensivas, de conteúdo obsceno, dirigidas à sua bicicleta e apresentando sinais de embriaguez.
Não se sabe se foi posto em liberdade mediante pagamento de fiança ou se acabou dormindo na cadeia.
Não se sabe tampouco se responderá a processo principalmente se não for réu primário neste tipo de delito.
O fato de ter alguma semelhança com o cantor Willie Nelson não lhe ajudou em nada no rigor aplicado pelos policiais.
Está certo, agressor de bicicleta não pode ficar impune!
Assinar:
Postagens (Atom)

